O problema é dos outros

Nós fazemos muito pouco pelo planeta por achar que cuidar dele é um problema dos governos e das empresas

Luiz Alberto Marinho
Vida Simples – 04/2010

Alguns anos atrás entrei em um supermercado na França e me espantei na hora de pagar as compras. Não pelos preços, mas pela ausência das sacolinhas plásticas, tão familiares para quem frequenta as lojas brasileiras. Naquela rede francesa, como em muitas outras no exterior, quem não levar sua própria sacola de casa precisa comprar uma na hora, feita de material reciclado e resistente o bastante para ser usada várias vezes.

Lembrei-me dessa história outro dia, ao ler os resultados de um estudo sobre o uso de sacolas plásticas pelo comércio nacional. Você sabia que no ano passado nós utilizamos cerca de 15 bilhões delas? Isso significa que em 2009 cada brasileiro consumiu cerca de 66 sacos plásticos por mês. E, como você deve saber, o plástico é altamente prejudicial ao meio ambiente, porque leva anos para se desintegrar.

A indústria do plástico se defende com pesquisas que mostram que 75% dos consumidores brasileiros reaproveitam sacolas plásticas para acondicionar lixo doméstico e 69% deles usam a embalagem para carregar outras compras. Tem ainda os que guardam sapatos, documentos e até os que recolhem fezes de animais com a ajuda das sacolinhas.

Da minha parte, estou convencido de que o esforço para estimular os consumidores brasileiros a reduzir o uso de sacos plásticos é inútil. E isso tem relação com o descaso com que tratamos o planeta. Até as pessoas mais bem informadas sobre o meio ambiente se esquecem de sair de casa preparadas para trazer as próprias compras. Eu mesmo, outro dia, apesar de carregar uma mochila nas costas, aceitei um saco plástico no caixa de uma livraria. Só depois de sair da loja percebi que poderia ter poupado o planeta de mais um pedaço de plástico.

Isso ocorre porque nós, seres humanos, não estamos dispostos a fazer a nossa parte para salvar a mãe natureza. A conveniência fala mais alto e pensamos que essa tarefa, afinal, deve ser encampada pelos governos e pelas empresas – não por nós. Essa atitude não aparece apenas nos supermercados.

Ano passado, pesquisa realizada pelo Ibope para saber o que os paulistanos pensavam sobre o Dia Mundial sem Carro revelou que apenas 45% deles estavam dispostos a apoiar a iniciativa. Outro estudo revelou que somente um terço dos cariocas participariam. O que se viu, entretanto, foi uma adesão ainda menor. As desculpas passam pela precariedade do transporte público, a insegurança das cidades e a pressa, entre outras.

Mas na verdade isso acontece porque estamos todos de acordo quando o assunto se refere ao que os outros precisam fazer. Mas, quando somos nós que temos que abrir mão de algum conforto, aí a coisa muda de figura.

Luiz Alberto Marinho não joga lixo nas ruas, vai para o trabalho a pé e usa sacolas recicláveis.

Famosos apoiam campanha pelos telhados brancos

Criada, em 2009, por Thassanee Wanick, presidente do Green Building Council Brasil, para ajudar a combater o aquecimento global, a campanha pelos telhados brancos – One Degree Less – entra em nova fase, com a adesão de personalidades da moda, da TV, da música e dos esportes

Mônica Nunes
Planeta Sustentável – 23/04/2010

Enquanto um acordo internacional contra as mudanças climáticas não sai, o Green Building Council Brasil convida os brasileiros a participar da campanha One Degree Less, que incentiva a adoção de telhados brancos em casas, edifícios, lajes e galpões para ajudar a reduzir a temperatura do planeta em um grau. Ou seja, ajudar a combater o aquecimento global.

Lançada em 2009 por Thassanee Wanick, fundadora e presidente da ONG, a campanha recebeu o apoio do secretário de Energia dos Estados Unidos, Steven Chu, no exterior. Por aqui, teve a adesão de diversas empresas, como a Du Pont do Brasil, e também do secretário da Habitação de São Paulo e presidente da CDHU, Lair Krähenbühl, que assinou parceria para pintar os telhados de conjuntos habitacionais, em Ilhabela, que já oferecem soluções sustentáveis como aquecedores a luz solar e o uso de madeira certificada. Todo o esforço realizado até agora resultou na pintura de 450mil m2, o que equivale à retirada de 45 mil carros de circulação ou 45 mil toneladas de CO2*.

“Queremos que todos pensem sobre o problema do aquecimento global e percebam que não é possível ficar parado. Que é necessário agir já!”, salienta Thassanee. “Cientistas falam sobre o aquecimento do Oceano Atlântico sul há mais de uma década, mas somente agora estamos vendo tragédias como as que ocorreram no Rio de Janeiro, recentemente. Então, se quisermos deixar um mundo melhor para os nossos filhos, esse é o momento de fazer alguma coisa”, convida.

Agora, em nova fase – que visa disseminar mais amplamente os benefícios dessa prática e tem o slogan “Ajude a parar o aquecimento global. Pinte seu telhado de branco” – a campanha conquista a participação de personalidades de diversas áreas, como o ex-jogador de futebol Raí, os atores Cristiane Torloni, Sérgio Marone e Fernanda Paes Leme, a atleta Fernanda Murer, a modelo Caroline Bittencourt, o cantor Toni Garrido e a consultora de moda Costanza Pascolatto. Nas fotos de outra personalidade – o fotógrafo Maurício Nahas –, eles exibem a palma da mão pintada de branco e em sinal de Pare! Todos os profissionais envolvidos nessa campanha trabalharam gaciosamente, assim como a agência Moma Propaganda. E, para divulgar a mensagem da One Degree Less, o GBC Brasil também contará com o apoio da mídia.

A eficácia da campanha do GBC Brasil é sustentada por dados do Lawrence Berkeley National Laboratory, seu grande apoiador. Segundo o laboratório norte-americano, as superfícies pintadas de branco ajudam a diminuir os efeitos da incidência solar. “Estima-se que, para cada 100m2 de cobertura pintada com cor branca, são compensadas 10 toneladas de CO2 emitidas/ano”, explicaThassanee.

De acordo com o GBC Brasil, estes são os benefícios dos telhados brancos:
- diminuição das ilhas de calor de prédios e casas;
- diminuição da emissão de CO2;
- ajuda a refletir os raios solares de volta para o espaço;
- fácil aplicação e pouca manutenção (existem tintas e materiais autolimpantes que facilitam a manutenção e evitam que as superfícies precisem ser pintadas novamente, por muitos anos);
- resultado imediato e alto impacto;
- reduz custos com ar condicionado e ventilador e
- ação eficiente no combate ao aquecimento global.

Para obter informações sobre a campanha One Degree Less, procure o Green Building Council Brasil: (11) 4191-7805.

*Dados do GBC Brasil

Como salvar o mundo sem fazer força

Para defender o meio ambiente, você não precisa se amarrar a uma árvore! Sugerimos ações para você ser amigo do planeta quase sem sair da cadeira

Bruno Favoretto e Nicole Jackson
Revista Men’s Health – 03/2008

Para preservar os recursos naturais do planeta e ainda ir à happy hour com a galera, basta uma poltrona, a internet e esta revista. Pequenos passos conduzem a grandes resultados (não cansamos de frisar isso na MH) e em nenhuma área isso é tão verdadeiro quanto na ambiental. Mudanças mínimas parecem insignificantes, mas multiplique-as por milhões de pessoas e avalie. A seguir, você tem o melhor guia de sustentabilidade feito para ecologistas de sofá.

A.
Gaste menos energia (principalmente a sua) – O que fazer? Invista em tralhas amigas do planeta

1. Troque a lâmpada.
Convidou a namorada para um jantarzinho íntimo? Prefira luz de velas. Mas, como não dá para viver como os Flintstones o tempo todo, compre lâmpadas certificadas pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (selo Procel), que oferecem boa iluminação com baixo consumo. Só para comparar, a Compacta Flúor da FLC, com apenas 9 watts, ilumina tanto quanto uma lâmpada sem selo de 40 watts. “Elas também reduzem o consumo de energia em até 80%”, acrescenta Miriam Duailibi, coordenadora do Instituto Ecoar, ONG paulistana que realiza projetos de educação ambiental pelo país afora.

2. Feche a torneira.
Como diz a canção Hágua, de Seu Jorge, “água doce, bebível, potável está acabando”. Além do desperdício, apenas 0,3% da água do planeta é doce. “Para economizar, instale no bico das torneiras um arejador de vazão constante, à venda nas lojas de material de construção. Ele reduz o consumo de 15 para 6 litros por minuto”, explica o engenheiro Carlos Lemos da Costa, consultor especialista em uso racional de água, de São Paulo.

2. Mude de privada.
O vaso sanitário do seu banheiro foi instalado antes de 2003? Então é hora de substituí-lo por um que tenha a inscrição 6 LPF (6 litros por função) e consuma apenas esse volume de água na descarga. Para gastar menos, coloque a válvula Duoflux, da Deca, que usa só metade (3 litros) se o objetivo é mandar embora apenas urina. “Bacias instaladas antes daquele ano chegam a gastar 15 litros por operação. A troca gera uma economia de 80%”, aponta Lemos da Costa. Assim você evita que seus netos vivam na seca, pois a água da descarga é tão pura e potável quanto a da torneira.

B. Vá para o tanque – O que fazer? Dê uma geral na área de serviço

1. Compre sabão ecológico.
Em Santo André (SP), o Instituto Triângulo é uma ONG que fabrica e vende sabão biodegradável produzido com óleo de cozinha reciclado (2,50 reais o quilo). “Ele evita a poluição provocada pelo óleo jogado na pia”, frisa Paulo Correia, diretor da organização. Em outras palavras, a química diabólica não vai transformar os filhos dos seus filhos em mutantes com três olhos.

2. Evite a secadora de roupas.
Como ela gasta muita energia, as usinas têm que detonar CO2 no ar para alimentá-la. Um levantamento da Organização de Renovação Ambiental, em São José dos Campos (SP), diz que trocar a secadora pelo varal durante meio ano pode reduzir até 317 quilos em emissões de CO2. Pendure a roupa e espie as calcinhas no varal de sua vizinha – desde que ela não seja a Dercy Gonçalves.

C. Emita menos gases – O que fazer? Maneire no repolho e não tenha uma vaca

Suas bufas contêm gás metano (CH4), 23 vezes pior para o efeito estufa que o dióxido de carbono (CO2). É científico! Mas não precisa segurar: seu bombardeio emite, em média, 700 mililitros de gases por dia e só 26 são metano. Uma quantidade irrisória para ferrar o meio ambiente, em comparação às vacas, que soltam 250 ml por peido. Especialistas crêem que o gado é o terceiro maior poluente do planeta.

D. Não vá ao banco – O que fazer? Pague as contas pelo computador

Use o banco online. Indo ao caixa eletrônico para pagar suas contas, você sai de casa, gasta combustível, perde tempo e paciência. Quite tudo pela internet. E não imprima o comprovante de pagamento da fatura do cartão (ele fica disponível online). Assim você contribui para diminuir a derrubada de florestas – só nos EUA os impressos bancários causam a morte de 16 milhões de árvores por ano. E gastam energia suficiente para abastecer durante um ano uma cidade do porte de Campinas (SP).

E. Desacelere e adote os 3 erres: reduzir, reutilizar, reciclar – O que fazer? Produza menos sujeira, leve sacolas ao supermercado e dê um bom fim aos celulares velhos

1. Reduzir.
Significa produzir menos lixo. Só em São Paulo são geradas todo dia 15 mil toneladas – 9 mil vêm das residências, segundo a prefeitura. É muita porcaria! Reduza o lixo, por exemplo, comprando frutas, verduras e legumes avulsos, em vez daqueles embalados em bandejas plásticas e filme transparente. Seu filho gosta das maçãs da Turma da Mônica, mas seja firme: é para o bem dos filhos dele.

2. Reutilizar.
Quarenta por cento das embalagens jogadas no lixo em São Paulo são de plástico, que demora dezenas de anos para se decompor. Ao levar uma mochila ou uma sacola ao supermercado para transportar as compras do churrascão de domingo, você evita a proliferação das sacolas plásticas, que provavelmente vão acabar entupindo um bueiro na próxima enchente ou asfixiando uma tartaruga marinha.

3. Reciclar.
Segundo a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental de São Paulo (Cetesb), os níveis de gases causadores do efeito estufa podem triplicar até 2100. Um dos mais danosos é o níquel-cádmio das baterias de celular. Para dar um fim nelas, procure uma autorizada da Sony Ericsson, eleita pelo Greenpeace campeã mundial em descarte sustentável de baterias. Numa dessas você ainda vende aquela velharia sem Bluetooth que está na gaveta das cuecas. Se não vender, fique com a consciência limpa que a bateria será sepultada como merece.

F. Tome menos banho – O que fazer? Pegue uma ducha com sua namorada

1. Entre e saia do chuveiro.
Melhor ainda, ponha alguém lá dentro com você. E só abra a torneira quando necessário. O engenheiro Lemos da Costa afirma que quatro minutos é o período de banho ideal para evitar o apagão de energia elétrica e economizar nas contas de água e luz. O resto do tempo é para ensaboar (com o chuveiro desligado) e… você sabe.

2. Lave menos louça.
O ato usa 63 litros de água – e até absurdos 150 litros, com a torneira aberta -, enquanto uma lava-louças gasta 15 litros por ciclo. Preguiçoso como é, você já tem uma dessas, não?

G. Cole no seu camarada motorizado – O que fazer? Economize combustível e viaje pelo Brasil

1. Vá de carona.
A cada quilômetro rodado, um carro a gasolina despeja 27,7 gramas de CO2 no ar. Vai demorar até que todos adotem a bicicleta e pedalem rumo a um mundo mais verde (embora seja uma boa idéia para se livrar da barriga), mas há maneiras de reduzir o uso do carro. Organize um rodízio com os colegas. Você já tem que agüentá-los o dia inteiro, mas é para o bem dos pingüins da Patagônia.

2. Fique por aqui mesmo.
As viagens aéreas têm efeitos nefastos sobre as mudanças climáticas. Segundo o site inglês CO² Balance, um vôo de ida e volta entre Rio de Janeiro e Londres joga 2,04 toneladas de CO2 na atmosfera. Então pense em tirar férias no Brasil. Você não vai admirar as relíquias do British Museum, mas também não terá que ver a bunda branca das britânicas!

Iniciativa estimula consciência socioambiental nos jovens

O programa Jovens Embaixadores Ambientais, desenvolvido em parceria com o Pnuma, premiará as melhores ações em prol do meio ambiente e da comunidade, realizadas por adolescentes de vários lugares do mundo. As inscrições para participar já estão abertas

Incentivar a realização de projetos que privilegiam a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável e disseminar inovações tecnológicas, práticas e estilos de vida coerentes com as questões socioambientais que existem, hoje, no mundo.

Esses são os objetivos principais da sexta edição do programa Jovens Embaixadores Ambientais, promovido pela Bayer a 11 anos, em parceria com o Pnuma – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. A iniciativa, que começou na Tailândia, envolve atualmente adolescentes de 19 países do mundo, entre eles o Brasil.

Os jovens de 18 a 25 anos de idade, que são universitários ou estão regularmente matriculados no Ensino Médio, e possuem a autoria de algum estudo ou projeto socioambiental podem participar do Programa. As ações inscritas podem ser direcionadas a qualquer setor da sociedade, contanto que tragam melhorias ao meio ambiente ou à comunidade local ou mundial.

Como prêmio, os realizadores da iniciativa oferecerão aos ganhadores uma viagem à Alemanha. A ideia é promover um intercâmbio técnico-cultural entre adolescentes do mundo inteiro e, dessa forma, incentivar e disseminar projetos que privilegiem o desenvolvimento sustentável.

Os interessados em participar devem preencher a ficha de inscrição do Programa, que está disponível no site da Bayer, e enviá-la pelo correio até o dia 21 de agosto. Ao todo, quatro projetos brasileiros serão escolhidos – por um júri composto por jornalistas e representantes de universidades e ONGs, especialistas em meio ambiente – para representar o nosso país na Alemanha. Para acessar o regulamento do Programa, clique aqui.

Educação ambiental na sala de aula

Instituto 5 Elementos lança publicação sobre consumo sustentável para alunos e professores do ensino fundamental. Obra é baseada nos conceitos dos 5Rs: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar.

Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável 

Consumo, mudanças climáticas, gestão de resíduos sólidos e atitudes sustentáveis: como explicar todos esses conceitos para crianças a partir de 6 anos? Muitos gostam de dizer que elas têm na mão o futuro da humanidade, mas, muitas vezes, sobra apenas para os professores a tarefa de ensinar a elas o que fazer com todo esse potencial. 

O Instituto 5 Elementos, em parceria com a Imprensa Oficial e o Instituto HSBC, pretende dar uma ajudinha aos educadores com a publicação da Coleção Consumo Sustentável e Ação. A obra, com linguagem simples e objetiva e cheia de ilustrações e textos bem-humorados, é voltada para professores e estudantes do ensino fundamental e pretende estimular a sustentabilidade no público infanto-juvenil por meio da difusão dos conceitos dos 5Rs: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar. 

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A coleção é formada por cinco exemplares – Orgânico, Metal, Vidro, Papel e Plástico –, repletos de histórias diferenciadas e ideias originais para a realização de uma Feira de Ciências com o tema sustentabilidade, como por exemplo: construção de minhocário, degustação de alimentos saudáveis, oficina de papel reciclado, exposição de sucatas de metal e shows com instrumentos feitos a partir de materiais reciclados. 

Há ainda um volume chamado Consumo Sustentável que é destinado, exclusivamente, aos professores. Entre outras coisas, o exemplar conta com um Manual de Atividades com Propostas de Metodologias, que promove um diálogo entre todos os temas da Coleção, afim de auxiliar o professor no trabalho educativo com as crianças. 

“O leitor poderá perceber, por exemplo, a conexão que existe entre mudança do clima e o que podemos fazer no nosso dia-a-dia para combater o aquecimento global.”, diz a pedagoga e coordenadora da publicação, Patricia Otero, que explica, ainda, porque o Instituto 5 Elementos resolveu investir na obra. “Os problemas ambientais já estão revelados há um bom tempo. Agora, chegou a hora de agirmos e por isso o tema consumo sustentável está tão conectado à urgência, prioritariamente na educação formal”, conclui Patricia. 

Em breve, a obra poderá ser baixada gratuitamente, em PDF, no site do Instituto.  

SP discute educação ambiental e sustentabilidade

A Fundação Parque Zoológico realizará na capital paulista, entre os dias 27 e 29 de março, o Encontro Internacional para Educação Aplicada à Conservação e Sustentabilidade. Além de diversas palestras com especialistas, os três dias de evento terão mesas-redondas abertas ao público

Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável 

A atual dinâmica da sociedade moderna torna, cada vez mais,  necessária a realização de atividades que proponham discussões sobre educação ambiental e sustentabilidade. Uma ótima oportunidade para isso é o Encontro Internacional para Educação Aplicada à Conservação e Sustentabilidade, que acontece em São Paulo entre os dias 27 e 29 de março, pela Fundação Parque Zoológico de São Paulo, com o apoio do Governo do Estado e da Secretaria do Meio Ambiente

Vários especialistas no assunto, do Brasil e do mundo, participarão do evento dando palestras sobre temas relacionados, entre eles “A importância da Comunicação na Educação Ambiental” e “Escola da Amazônia: educação para a conservação e sustentabilidade”. Já na palestra de abertura, um colombiano que representa a Fundação Zoológico de Cali, Igino Mercuri, falará sobre a sua experiência no assunto. 

Além disso, nos dias 28 e 29, o evento promoverá mesas-redondas abertas ao público para discussão de temas como “Aplicabilidade dos projetos de educação ambiental” e “Diferentes abordagens para educação ambiental”. 

As inscrições para participar do encontro devem ser feitas por fax ou através do site da Fundação Parque Zoológico de São Paulo até o dia 20 de março. O cronograma completo dos três dias do evento pode ser visto aqui

Encontro Internacional para Educação Aplicada à Conservação e Sustentabilidade
Data: 27, 28 e 29 de março
Local: Espaço Dom Pedro – Avenida Miguel Stéfano, 4241 – Água Funda
Mais informações no site do evento

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